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O Coordenador Distrital da Fundação Rotária, Ricardo de Maio Bermejo, da gestão 2019-20, e atual Instrutor Distrital. 2020-21, divulgou ontem que a Fundação Rotária aprovou mais dois projetos de Subsídios Globais: O GG2012125 “Espaço de Reabilitação”, desenvolvido pelo Rotary Club de Bauru Parque das Nações, e o GG2015823 “Ações reais para adolescentes”, pelo Rotary Club de Paraguaçu Paulista.
O projeto do Rotary Club de Bauru Parque das Nações e do Rotary Club de Paraguaçu Paulista, tem como parceiro o Rotary Club de Rauch, da Argentina, Distrito 4921. O valor destinado para o projeto do Rotary Club de Bauru Parque das Nações é de US$ 34.379 mil dólares e para o Rotary Club de Paraguaçu Paulista o valor destinado é de US$ 45.083 mil dólares.
O Governador Marcos Antônio Carchedi, associado do Rotary Club de Marília Tradição, manifestou ontem a sua alegria na confirmação destes dois projetos “o impacto que estas ações provocam nas comunidades, as pessoas que são beneficiadas e alegria e o sentimento de estarmos fazendo a nossa parte, e principalmente, de seguirmos em frente e de fazermos ainda mais”.
O atual Coordenador Distrital da Fundação Rotária, Mauricio de Agostinho Antonio, associado do Rotary Club de Bauru Terra Branca, destacou por estes motivos da importância de doarmos para a Fundação Rotária. “Os presidentes e os coordenadores da Fundação Rotária dos clubes tem um papel essencial na conscientização da capitação de recursos para a nossa Fundação, os projetos existem devido a estas contribuições, por este motivo eles são os motivadores dentro dos clubes para que possamos seguir fortalecendo a nossa Fundação”, falou Antonio.
O Governador Nestor Amarilho, 2020-21, associado do Rotary Club de Assis do Vale, lembrou que estes projetos globais aprovados servem de inspiração para que os clubes doem e sigam elaborando os seus projetos. “Entendemos que os clubes estão sabendo fazer os projetos, por este motivo tivemos da gestão anterior, todos estes aprovados pela Fundação Rotária, parabéns aos clubes e seus líderes. Vamos apoiar e espero que nesta gestão tenhamos o mesmo sucesso”, concluiu.
Faça o bem ao mundo, faça a sua doação para a Fundação Rotária.
Por Humberto Silva
“Quando decidi dedicar minha vida a ajudar aqueles que precisavam e a mudar a situação da hepatite no mundo, eu não estava apenas fazendo isso porque havia sido poupado, embora já com cirrose e à beira de ter as severidades de a doença sem sentir um único sintoma. O que realmente me motivou a combater essa causa e me tornar um líder foi a injustiça por trás disso” – explica Humberto.
– “A hepatite é uma doença sui generis. É uma doença que mata lentamente, que pode levar décadas para consumir o fígado da pessoa – é por isso que é conhecida como uma assassina silenciosa. Enquanto algumas pessoas argumentam que existem outras doenças silenciosas, como diabetes, pressão alta e até algumas formas de câncer, essas doenças não são fáceis de descobrir. Elas continuam aparecendo aqui e ali, todos os dias, o que torna o combate quase impossível para as autoridades de saúde. Mas este não é o caso da hepatite. Este último já está lá, presente em um grupo, em uma porcentagem da população, que o carrega há muito tempo. E tudo o que um governo precisa fazer é fornecer uma triagem para a população e descobrir quem está doente. Isso pode ser feito com testes rápidos de picada no dedo, nas ruas, se você quiser, ao custo de centavos por teste. E quem é diagnosticado, como eu, recebe a chance de lutar por sua vida, pois há tratamento para os dois vírus.
As autoridades de saúde de todo o mundo sabiam que o problema estava lá, ou melhor, que ele está lá. Mas está em silêncio. Então .., por que ir lá e descobrir problemas dentro de sua gestão? Deixe-os lá, eles não estão fazendo barulho. Já existem problemas suficientes, barulhentos, aos quais esse governo deve comparecer. Sempre que alguém surgir com um sintoma, a necessidade de um transplante ou um óbito, isso pode muito bem ocorrer durante o próximo mandato – uma questão para os próximos governadores.
“Essa postura simplesmente fez com que centenas de milhões de pessoas em todos os países do mundo se limitassem ao que podem ser suas sentenças de morte, sem nunca ter a chance de se defender e lutar por sua sobrevivência.
Hoje o mundo é tomado por um fardo de pacientes com hepatite B e C que ainda não têm a menor ideia de sua contaminação e o risco fatal que estão enfrentando. Estima-se que cerca de 400 milhões tenham a doença. Mas apenas 5% a 10% dos infectados são diagnosticados.”
“Justificar que a falta de ação é algo que pode ser feito por vários argumentos, continua Silva, mas temos situações em que vemos o extremo – é quando nós, com nossas equipes de Hepatite Zero, tentamos entrar em um país e com a ajuda de nossos voluntários do Rotary realizam testes entre a população e as autoridades locais negam veementemente essa abordagem. Alguns até foram brutais e ameaçadores, declarando que éramos “proibidos de executar essa ação humanitária”, usando argumentos como o de que lhes causaríamos problemas, pois eles não têm estrutura disponível para tratar os doentes, etc. Obviamente que nosso contra-argumento nesses casos é que também forneceríamos os medicamentos, etc., se necessário, afinal, Rotary Clubs são reuniões de filantropos que estão lá para fazer o bem à comunidade. Mas, mesmo assim, alguns países ainda não mudam de posição. Um deles chegou a decidir mudar de ideia depois de solicitar uma doação de nossos kits de teste. Como o material já havia sido enviado, eles mudaram de ideia e confiscaram os milhares de testes que nós doamos.”
– “Como um líder de milhões de pessoas de um país pode adotar essa postura, simplesmente pela conveniência de não criar novos problemas para o departamento de saúde deles?! Saber que milhões vão morrer e fechar os olhos para isso … Isso é revoltante!”
Graças a Deus, esses casos estavam longe de ser a maioria durante nossa campanha – como muitos participantes pensaram que seria. E a maioria dos mais de 50 países com os quais abordamos nossa ajuda humanitária aceitou nossa campanha e permitiu diagnosticar os infectados.
Ficamos felizes por mais de 1 milhão de apresentações simultâneas em cerca de 50 países. E cerca de 7.000 pessoas foram diagnosticadas. Podemos dizer que aqueles tiveram suas vidas salvas. Pois eles procurarão tratamento, agora têm seu próprio eu para lutar por suas vidas.”
No livro Hepatite Zero projeto mundial de erradicação, é contada a inspiradora história do brasileiro Humberto Silva, que é um sobrevivente da Hepatite C. Indignado com a forma negligenciada com que as autoridades tratam a enfermidade e deixam meio bilhão de pessoas sem diagnóstico, Humberto prometeu a Deus que trabalharia de graça, até o fim de suas forças, para tentar mudar essa injusta situação no mundo. Dessa história, nasceu o projeto mundial “Hepatite Zero”, que hoje é um trabalho importante do Rotary para a humanidade. Um livro rico em fotos bonitas – a maioria delas do fotógrafo Danilo Ramos – percorre, com um gostoso texto, a trajetória dessa grande ação que está sendo implantada em vários países e que pretende atingir a erradicação total das Hepatites Virais. O livro tem ainda passagens interessantes e pitorescas de toda a luta obstinada do ativista, além de informações sobre as Hepatites e ideias para erradica-la.
Hepatite viral é uma ameaça a todos e precisa ser prioridade máxima.
A hepatite é tão perigosa porque é um assassino silencioso.
Muitas pessoas não apresentam sintomas claros e discerníveis e, como resultado, não são diagnosticadas e podem continuar a disseminar o vírus para outras pessoas. Apenas cerca de 9% das pessoas com hepatite B e 20% das pessoas com hepatite C foram diagnosticadas.
Também muito poucas pessoas que são diagnosticadas recebem o tratamento de que necessitam. Sem tratamento, o vírus pode causar cirrose, câncer de fígado e outras complicações mortais.
A hepatite causou cerca de 1,34 milhões de mortes em todo o mundo em 2015, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Essa taxa de mortalidade é semelhante à da tuberculose e maior do que a do HIV hoje, e está atualmente crescendo. Estima-se que 257 milhões de pessoas estejam vivendo com hepatite B, e 71 milhões de pessoas com hepatite C, globalmente.
A boa notícia é que mais de 95% das pessoas com hepatite C podem ser completamente curadas em um período de dois a três meses. No entanto, para que elas sejam direcionadas ao tratamento adequado, essas pessoas precisam ser encontradas. É importante que o diagnóstico aconteça antes que os sintomas se manifestem, pois por essa altura o fígado já sofreu danos que podem ser irreversíveis, levando ao câncer de fígado e até mesmo à morte.
Para vencer esta luta e evitar milhões de mortes todos os anos, precisamos do envolvimento do maior número possível de pessoas em várias partes do mundo. Juntos, podemos erradicar a hepatite viral globalmente.
O lançamento mundial da campanha ocorreu no último dia 28 de julho, o Distrito 4510 vem participando desde 2016 quando a campanha foi lançada. O Governador Nestor Amarilho, associado do Rotary Club de Assis do Vale, reforça o pedido para que os clubes participem desta ação.
"Neste momento onde enfrentamos esta pandemia, o Rotary vem apoiando as nossas ações, assim eu peço aos rotarianos que façamos o mesmo diante desta campanha de erradicação da Hepatite C. Temos experiências em divversos projetos e programas, a pólio,é o nosso maior exemplo. Façamos o mesmo nesta campanha, nós gostamos de desafios.Sei que por sermos pessoas em ação estamos abraçando também esta causa. Esta é a diferença do Rotary, somos determinados e atuantes", comentou Amarilho.
Junte-se a nós nesta grande luta pela vida!
CONTAGEM REGRESSIVA DE 10 ANOS PARA A HEPATITE ZERO 2030FAÇA PARTE DA HISTÓRIA. ENVIE UMA FOTO SUA PELO clique no link e preencha o formulário https://hepatitiszeroweek.com/pt-br/hepatitezero2030/
Aos 41 anos, Maria José Cavalcante faz parte do assentamento de agricultores Flor do Bosque, na cidade de Messias, Zona da Mata de Alagoas. Para quem conquistou um pedaço de terra para cultivar graças ao movimento da reforma agrária, Maria vê uma nova mudança em sua vida graças a um projeto do Rotary.
O projeto “Plantando Agroflorestas”, do Rotary club Maceió-Farol, une o plantio de alimentos com árvores nativas da região, permitindo maior produtividade, com sustentabilidade do solo, e mais ganhos para os agricultores, que vivem da renda dos excedentes das colheitas, vendidos em feiras locais.
“Acredito que a produção tem de ser feita respeitando a natureza. O projeto nos dá orientação para termos mais alimento no mesmo espaço [usado antes], e de termos uma renda a mais, pois quando temos excedente de alimentos, nós vendemos, ele vai para fora [do assentamento]”, destaca Maria.
O projeto de agroflorestas chegou à vida de Maria por meio de membros do Rotary que também são professores da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). José Roberto Santos, engenheiro agrônomo e especialista em agroflorestas, viu que a forma de plantio dos agricultores da Zona da Mata alagoana poderia ser melhorada, beneficiando as pessoas e o meio ambiente.
Aliando o plantio de árvores nativas da Mata Atlântica, com raízes profundas que ajudam a manter a terra úmida, à plantação de alimentos, o projeto aumenta a produtividade da colheita e recupera o solo degradado. “O resultado é imediato e contínuo. Do segundo mês em diante, após a implantação da agrofloresta, eles já iniciam a colheita e replantio das hortaliças. Depois, eles irão colher lavouras como feijão, milho, abóbora, macaxeira, etc.”, explica José Roberto.
Os membros do Rotary estão envolvidos no desenvolvimento do projeto, compra de equipamentos e treinamento técnico dos agricultores. “A primeira etapa é a construção de viveiros para a geração das mudas. Estamos investindo nos viveiros e, depois, investiremos nos equipamentos para as plantações”, conta Flavio Lima, engenheiro civil e professor da UFAL. “O objetivo do projeto é agregar valor à produção. Nessa região, a grande maioria usa queimada e agrotóxico [nas plantações]”, diz. Os investimentos no projeto foram de US$ 33.500, tendo recebido aportes do clube Maceió-Farol, do clube argentino Caleta Olívia, que entrou como parceiro internacional, e da Fundação Rotária.
O projeto começou em janeiro e terá duração de um ano. Além do assentamento Flor do Bosque, em Messias, outros três também estão sendo beneficiados: Dom Helder (Murici), Zumbi dos Palmares (Branquinha) e Duas Barras (São Luís do Quitunde). Todos os assentamentos ficam na Zona da Mata alagoana, a cerca de 60 quilômetros da capital, Maceió. Nesta primeira etapa do projeto, cada acampamento constrói um viveiro para suas mudas de árvores.
No total, serão plantadas 600 árvores nativas por hectare e cada acampamento terá 15 hectares de agrofloresta. “O sistema é pensado para a utilização de recursos locais e do próprio assentamento, sem a necessidade do uso de agrotóxicos. Espera-se, com esse projeto, aumentar a renda e a qualidade de vida de 60 famílias de agricultores pela produção de alimentos e outros produtos florestais de forma contínua e de qualidade superior”, aponta José Roberto.
Para Maria e os outros agricultores beneficiados, além do treinamento técnico e da perspectiva de ganhos maiores, fica um importante aprendizado. “Aprendemos a conviver com a natureza. Aprendemos a respeitar e observar a natureza, a usar uma área que antes não era usada e a proteger as nascentes de água”, conclui.
Foi realizado ontem, 26/07, de forma virtual, o primeiro evento referente aos seminários que serão realizados na gestão 2020-21. Convocado pelo Governador Nestor Silveira do Amarilho e com a coordenação do Governador. 2017-18, Mauricio de Agostinho Antonio, o encontro ocorreu na parte da manhã, entre às 09h00 e 12h00 e reuniu em torno de 400 participantes, sendo que no Facebook tivemos mais de 1400 visualizações.
A programação teve como palestrantes Wellington Noburo Hoshino, GD 2013-14, Coordenador Assistente da Fundação Rotária, com o tema “A Fundação Rotária no Brasil, novidades e atualidade”. Na sequência o expositor foi Marcos Anselmo Ferreira Franco, GD 2010-11, vice-presidente da Associação Brasileira de Rotary Foudation (ABTRF), que falou a “ABTRF Programas e novas oportunidades de contribuições”. O atual Curador da Fundação Rotária, Hipólito Ferreira, Diretor de RI 1999-2001, apresentou a “Fundação Rotária, capitação e projetos de sucessos”. O Coordenador Distrital, Mauricio de Agostinho Antonio, foi o expositor com o tema “Subsídios Globais e Distritais”. A Representante Distrital de Rotaract (RDR), 2020-21, Letícia Monitchely Orlando, teve como exposição “Projetos Humanitários do Rotarcat e Oportunidades de Novos Projetos” e Ianara Cristina Queiroz Costa, Coordenadora Distrital de Rotaract, fechou as apresentações.
Ao fazer parte desta comissão o Coordenador Distrital, orienta os clubes sobre assuntos da entidade, inspirando-os a doar para a nossa Fundação e participar dos seus programas. Suas responsabilidades também incluem autorizar o uso do FDUC em subsídios e qualificar os clubes para solicitar e trabalhar com Subsídios Globais. Esta comissão conta com as subcomissões de: Arrecadação de Fundos, Subsídios, Pólio Plus, Bolsas Rotary pela Paz e Gerenciamento Financeiro. E este foi o objetivo deste treinamento, segundo Mauricio de Agostinho Antonio.
O Governador Nestor Silveira do Amarilho destacou em suas palavras de encerramento as importantes exposições proferidas pelos palestrantes enriquecendo o conhecimento de todos os participantes e sobre a conscientização que todos devem ter quanto a capitação de recursos para a Fundação Rotária. “Sem recursos não há projetos”, vamos a luta e planejamento que devemos ter para a gestão, conto com a compreensão de todos, somos altruístas de uma grande causa, finalizou.
O próximo seminário está agendado para o dia 16/08, também de forma virtual, com transmissão pelo Zoom e Facebook, às 09h00, sob a coordenação distrital do Governador 2011-12, Márcio Medeiros, com o Desenvolvimento do Quadro Associativo.
Participe afinal “O Rotary Abre Oportunidades”
O Seminário de Fundação Rotaria do Rotary do Distrito 4510 contou com a participação de aproximadamente 100 interactianos, que assistiram as palestras e participaram durante toda a programação. Os clubes que mais de cinco associados participaram (Clubes de Rinópolis, Palmital, Tupi Paulista, Pacaembu, Presidente Prudente Leste, Adamantina, Dracena, Cândido Mota, Bastos, Tupã Vanuire e Paraguaçu Paulista) receberam certificados e puderam participar do sorteio de um distintivo, que contemplou o Interact Club de Pacaembu. A Representação Distrital agradece a presença de todos e reforça a importância de sempre buscar aprender mais.
A Prefeitura de Assis em parceria com os Rotary Clubs de Assis, e o Distrito 4510 de Rotary International participarão do Projeto “Corona Zero”. O objetivo da ação é aplicar testes para detecção do novo coronavírus em moradores, funcionários e voluntários das entidades de acolhida à idosos do município. Todas as orientações técnicas serão de responsabilidade da Secretaria Municipal da Saúde.De acordo com o rotariano Durval Salatini, essa ação está sendo desenvolvido em todo Brasil em parceria com a Associação Brasileira de Portadores de Hepatite (ABPH).“O Projeto “Corona Zero” levantou cerca de R$ 13 milhões em doações juntamente com um projeto do Itaú Unibanco e tem como objetivo combater a contaminação por coronavírus nas instituições de longa permanência de idosos do Brasil”, comentou.Em Assis a coleta do material (secreção nasofaringe) para exame RT-PCR será realizada pelo laboratório Furlan, orientados, auxiliados e monitorados pela Secretaria Municipal da Saúde.Os produtos de EPI que envolvem a coleta serão doados pelos Rotary Clubs locais através de seus associados.Os quatro Rotary Clubs de Assis apadrinharam as entidades de acolhida à idosos da cidade, contemplando os funcionários, voluntários e asilados com os testes doados pelo Rotary.Para o Secretário Municipal da Saúde, Adriano Romagnoli, é de suma importância este apoio que a Fundação Rotária tem dado, principalmente durante esta pandemia. “Essa é a segunda ação de apoio que o Rotary dá para a Prefeitura de Assis e nossa comunidade, nesse período de pandemia, pois no inicio dos casos, em nossa cidade, realizaram a doação de 12 mil máscaras que foram usadas pelos profissionais da saúde e agora a doação desses kits para a detecção do coronavírus”, comemora. Serão beneficiadas as seguintes instituições:Asilo São Vicente de PaulaLar dos VelhosAbrigo a Idosos “Reverendo Guilherme Pereira”Círculo dos Amigos do Pão de Santo Antônio
O Goveranador do Distrito 4510, da gestão 2020-21, é Nestor Amarilho, associado do Rotary Club de Assis do Vale que se disse "feliz por mais uma ação aplicada pelo Rotary na comunidade" e que este tem sido a atuação da organização em todo mundo.
O Rotary vem desenvolvendo ações diante da pandemia demonstrando assim o seu comprometimento junto as comunidades. Fazer o bem ao mundo é um compromisso humanitário da organização.
Fonte: Notícias site Prefeitura Municipal de Assis
Foto: Departamento de Comunicação da Prefeitura de Assis
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